"Um lutador". Família de militar da Guarda Nacional baleado pede orações
- 29/11/2025
O militar da Guarda Nacional que foi atingido a tiro na quarta-feira passada, perto da Casa Branca, em Washington D.C., encontra-se em estado crítico e está a lutar "contra a corrente". A família pede orações.
A revelação foi feita pelo congressista Riley Moore, da Virgínia Ocidental, em entrevista ao "Fox and Friends Weekend", notando que a família de Andrew Wolf, de 24 anos, está "comprometida com o serviço público".
"O pai de Andrew é delegado do xerife no condado vizinho e o Andy queria seguir os passos dele e servir a nação como militar da Guarda Nacional", disse.
E acrescentou: "O Andy está a resistir. É um lutador e a família dele disse-me isso várias vezes. Ele é um lutador."
Moore referiu ainda que a família de Andrew Wolf quer "quer todos continuem a rezar". "Eu acredito no poder da oração e posso garantir que os pais dele também acreditam", revelou.
De recordar que, na passada quarta-feira, dois militares da Guarda Nacional foram baleados e ficaram gravemente feridos, perto da Casa Branca, em Washington D.C., nos Estados Unidos.
Quem era a militar da Guarda Nacional que morreu?
Na quinta-feira, um dia depois do tiroteio, Donald Trump avançou que um dos militares baleados tinha morrido, tratando-se de Sarah Beckstrom, de apenas 20 anos.
A vítima era militar da Guarda Nacional da Virgínia Ocidental e estava destacada em Washington numa missão de segurança.
Beckstrom, "uma pessoa jovem, bonita e muito respeitada, que iniciou o seu serviço em junho de 2023, notável em todos os aspetos, acaba de falecer. Ela já não está entre nós", afirmou Trump.
A jovem foi descrita como uma pessoa atenciosa e muito próxima da sua família, que tinha o sonho de ingressar no FBI.
Suspeito será acusado de homicídio em 1.º grau
O suspeito do ataque a tiro que matou uma agente da Guarda Nacional e feriu outro em Washington vai ser acusado de homicídio em primeiro grau, anunciaram hoje as autoridades norte-americanas.
A procuradora de Washington D.C., Jeanine Pirro, informou que a acusação inicial de agressão será elevada para homicídio em primeiro grau, adiantando que poderão ser formuladas outras acusações.
O alegado atirador, Rahmanullah Lakanwal, cidadão afegão de 29 anos, está sob investigação e as autoridades continuam a apurar os motivos do crime, sem avançar explicações oficiais.
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