Três unidades de saúde do Barreiro, Moita e Montijo encerradas
- 05/02/2026
A Unidade Local de Saúde do Arco Ribeirinho (ULSAR), no qual está integrado o Hospital Nossa Senhora do Rosário (Barreiro) e o Hospital Distrital do Montijo, têm como área de influência direta os concelhos de Barreiro, Moita, Montijo e Alcochete, todos no distrito de Setúbal.
Integram a ULSAR os centros de saúde de Alcochete, Barreiro, Quinta da Lomba, Moita, Montijo e Baixa da Banheira.
Numa informação hoje divulgada na página oficial na rede social Facebook, a ULSAR explica que está suspensa até ao final do dia de hoje a atividade na USF Querer Mais, no Vale da Amoreira, no concelho da Moita, por estar comprometido o abastecimento de água e também por estar previsto o agravamento das condições meteorológicas a partir do meio da tarde.
A ULSAR adianta que estão também suspensas até ao final do dia de hoje as atividades de assistência na extensão de Saúde de Canha, no concelho do Montijo, face ao agravamento das condições meteorológicas e por estar comprometido o abastecimento de energia.
Já no que se refere ao concelho do Barreiro, a ULSAR anuncia que, "devido à situação meteorológica e insegurança estrutural" do edifício, está suspensa a atividade na USF Ribeirinha.
"Assim que possível serão fornecidas informações sobre a retoma da atividade assistencial presencial", refere a ULSAR, indicado que em situações de doença aguda os utentes deverão ligar SNS24 (808 24 24 24) e, em situações emergentes, o 112.
Segundo a Comissão de Utentes do Barreiro, que contesta não ser encontrada uma alternativa para os doentes noutras unidades de saúde, chove dentro do edifício.
"Entendemos que devem ser feitas todas as diligências para que os utentes não fiquem privados de cuidados de saúde", disse à Lusa fonte da comissão de utentes.
Onze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo decretou situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
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