Três mortos em operação contra dissidentes das FARC na Colômbia
- 03/01/2026
O ministro da Defesa, Pedro Arnulfo Sánchez, referiu na rede social X que, desde 01 de janeiro, na zona do rio Caquetá, área não municipalizada de Mirití-Paraná, no Amazonas, as forças de segurança têm vindo a realizar uma operação ofensiva contra Néstor Gregorio Vera, conhecido como Iván Mordisco, líder do EMC e o criminoso mais procurado da Colômbia.
"Não há onde se possam esconder, quem tanto mal causa ao país. O melhor que Mordisco pode fazer é desmobilizar", acrescentou Sánchez.
O alto responsável declarou que a operação, que combina "inteligência, manobras terrestres, apoio aéreo e ação judicial com precisão e força", resultou em três mortos, quatro feridos e o resgate de três menores recrutados por este grupo.
Foram ainda apreendidas "armas de alto calibre e munições", bem como "embarcações fluviais utilizadas para atividades criminosas".
"Para aqueles que ainda empunham armas contra o povo colombiano, o apelo é claro e inabalável: abandonem a violência e rendam-se. Persistir na guerra só traz dor às suas próprias famílias", frisou ainda o ministro.
𝐎𝐅𝐄𝐍𝐒𝐈𝐕𝐀 𝐂𝐎𝐍𝐉𝐔𝐍𝐓𝐀 𝐄𝐍 𝐄𝐋 𝐀𝐌𝐀𝐙𝐎𝐍𝐀𝐒: 𝐆𝐎𝐋𝐏𝐄 𝐂𝐎𝐍𝐓𝐔𝐍𝐃𝐄𝐍𝐓𝐄 𝐀𝐋 𝐀𝐍𝐈𝐋𝐋𝐎 𝐂𝐄𝐑𝐂𝐀𝐍𝐎 𝐃𝐄 𝐀𝐋𝐈𝐀𝐒 𝐌𝐎𝐑𝐃𝐈𝐒𝐂𝐎
— Pedro Arnulfo Sanchez S. Orgullosamente Colombiano (@PedroSanchezCol) January 2, 2026
No hay lugar donde se puedan esconder quienes le hacen tanto daño al país. Lo mejor que puede hacer alias Mordisco… pic.twitter.com/oltmO8t3gL
Em setembro, o Governo colombiano aumentou a recompensa por informações que levem à captura de Iván Mordisco para 5 mil milhões de pesos (aproximadamente 1,1 milhões de euros).
As autoridades responsabilizam Mordisco pelos ataques contra a polícia e o Exército.
Leia Também: Colômbia diz que EUA bombardearam fábrica de cocaína na Venezuela













