Três desalojados em novo deslizamento de terras em Ponte da Barca
- 10/02/2026
Fonte do Comando Sub-Regional do Alto Minho, o deslizamento de terras atingiu uma casa devoluta que ficou "bastante danificada" e ameaça uma segunda casa de onde foram retiradas as três pessoas.
De acordo com a fonte, "apesar de a casa não ter sofrido danos significativos, os três residentes vão ser realojados pelo serviço municipal de proteção civil devido à elevada quantidade de terra que encostou à habitação".
O alerta para o deslizamento de terras foi dado às 15:41.
Ao local compareceram 20 operacionais e oito viaturas dos Bombeiros Voluntários de Ponte da Barca, serviços municipais de proteção civil, sapadores florestais e a Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS) da GNR.
Anteriormente, cerca das 11:01 um outro deslizamento de terras, destruiu parcialmente uma habitação e soterrou um veículo ligeiro, na União de Freguesias de Castro, Ruivos e Grovelas.
Na sequência do deslizamento de terras, 20 pessoas foram, por precaução, retiradas de casa.
As pessoas estão a ser deslocadas para a sede de uma associação local e se houver necessidade de pernoitarem fora de casa, os deslocados têm alternativas, por exemplo, entre familiares.
Quinze pessoas morreram em Portugal desde 28 de janeiro na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
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