Toda a costa a "laranja" devido a ondas e 12 distritos pelo vento e neve
- 07/02/2026
Segundo um comunicado emitido pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa, Setúbal, Beja e Faro estão com aviso laranja face à previsão de ondas que podem atingir 12 a 13 metros de altura na costa ocidental e 4 a 5 metros na costa sul.
Este alerta vigora até às 18h00 em Viana do Castelo e Braga, e até às 21h00 no Porto, enquanto nos restantes distritos se estende até à manhã de domingo, com exceção de Coimbra e Aveiro, onde a previsão aponta para um abrandamento a partir das 03h00.
Quanto ao vento, há oito distritos com aviso amarelo - Évora, Guarda, Faro, Santarém, Setúbal, Castelo Branco, Beja e Portalegre - e sete com aviso laranja - Aveiro, Porto, Viana do Castelo, Coimbra, Braga, Lisboa e Leiria.
Há ainda oito distritos com aviso devido à neve, sendo que em Bragança, Viseu, Vila Real (os três até às 00h00), Guarda e Castelo Branco (até às 03h00 de domingo), o aviso é laranja, e no Porto, Viana do Castelo e Braga é amarelo (terminando, nos três, à meia-noite).
No que diz respeito à chuva, há sete distritos com aviso amarelo: Braga, Porto, Vila Real, Viana do Castelo, Leiria, Aveiro e Coimbra, todos até às 21h00 de hoje.
O IPMA alertou que a acumulação de neve e a possível formação de gelo poderão causar "perturbação moderada", incluindo vias condicionadas ou interditas, danos em estruturas ou árvores e abastecimentos locais prejudicados.
O aviso laranja é emitido pelo IPMA sempre que existe "situação meteorológica de risco moderado a elevado, e o amarelo quando há uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.
Catorze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
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