"Situação muitíssimo grave". Castro Almeida fala em problemas no emprego

  • 30/01/2026

"Gostava de dizer que quem vive no norte ou no sul do país não tem bem a dimensão do alcance do problema enorme que está criado nesta região Centro. Particularmente na região de Leiria e na região de Coimbra, mas sobretudo na região de Leiria, a situação é muitíssimo grave, acho que é uma situação nunca vista", destacou.

 

O governante reuniu esta tarde com autarcas do território da Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra e da Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa, fazendo-se acompanhar dos secretários de Estado da Economia, João Rui; da Energia, Jean Barroca; da Proteção Civil, Rui Rocha, e do Planeamento, Hélder Reis.

No final do encontro, Castro Almeida sublinhou que as reuniões da manhã em Leiria e da tarde em Coimbra, com cerca de 40 autarcas, foram "muito úteis" e serviram para ter uma visão bastante mais completa do que está a acontecer na região: as dificuldades e o que é preciso fazer.

Para os próximos dias avizinham-se "dificuldades acrescidas" porque as barragens estão cheias e há problemas de zonas inundadas.

"A tendência é para se agravar. Vamos ter que estar muito atentos, a Agência Portuguesa do Ambiente vai estar atenta e ativa, a ministra do Ambiente vai estar aqui também daqui a dois dias para acautelar, na medida do possível, os danos que podem vir com as chuvas intensas que se avizinham", informou.

Castro Almeida aludiu também à destruição que as chuvas continuarão a causar nas centenas de fábricas que ficaram danificadas e estão sem telhado.

"Isto vai gerar problemas no emprego. Portanto, é uma preocupação grande, para lá das infraestruturas municipais, muitas escolas e muitas casas que estão também a precisar de reparação", indicou.

O ministro da Economia e Coesão Territorial repetiu que, em primeira linha, "vão ter que entrar os seguros" das casas, fábricas, infraestruturas e equipamentos municipais, para só depois aparecer o Estado suplementarmente.

Aos jornalistas disse ainda que há um fundo de solidariedade europeu a que Portugal pode recorrer, tendo várias semanas para o poder fazer.

"Só podemos fazê-lo quando tivermos uma demonstração dos encargos, da dimensão dos prejuízos. A dimensão dos prejuízos que posso estimar, depois de tudo aquilo que ouvi, é mais do que suficiente para poder ativar esse mecanismo que Portugal vai ter de apresentar junto da Comissão Europeia", concluiu.

Leia Também: "Primeira fonte de financiamento" são as seguradoras, diz ministro

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com/economia/2929775/situacao-muitissimo-grave-castro-almeida-fala-em-problemas-no-emprego#utm_source=rss-ultima-hora&utm_medium=rss&utm_campaign=rssfeed


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