Porto Rico realiza em março cimeira para impulsionar anexação como Estado
- 08/01/2026
A ilha é um Estado livre associado dos Estados Unidos, um estatuto político que o executivo de González, bem como os anteriores governos do Partido Novo Progressista (PNP), desejam mudar para um Estado de pleno direito.
Esta proposta não tem suscitado muito interesse em Washington ao longo dos anos, noticiou a agência Efe.
A Cimeira da Igualdade e Anexação como Estado está a ser realizada em conformidade com uma ordem executiva de 2025 que declara ser política pública do Governo de Porto Rico que todas as agências defendam e implementem o mandato a favor da anexação.
"Esta cimeira demonstra o nosso compromisso inabalável com a plena igualdade para os cidadãos americanos que vivem em Porto Rico. A condição de Estado não é uma aspiração abstrata: é um claro mandato democrático do povo e uma prioridade de política pública da minha administração", frisou a governadora.
Este tornou-se o principal evento do Governo porto-riquenho para defender o estatuto de Estado na capital do país, reunindo autoridades eleitas, funcionários do Governo federal, especialistas em políticas públicas, voluntários e representantes de diversos setores.
Gabriella Boffelli, diretora executiva da Administração de Assuntos Federais de Porto Rico, realçou que o evento é "uma plataforma fundamental para educar, organizar e mobilizar esforços em prol da igualdade e da condição de Estado, diretamente onde as decisões mais importantes são tomadas".
A primeira cimeira, realizada em março de 2025, serviu como espaço de orientação e formação para voluntários e dirigentes que participaram em reuniões e ações de defesa da condição de Estado junto de autoridades federais e membros do Congresso norte-americano.
Apesar dos esforços do Governo da ilha, o Presidente dos EUA, Donald Trump, demonstrou mais interesse no Canadá ou na Gronelândia do que em conceder o estatuto de Estado a Porto Rico.
Na ilha, a população e os partidos políticos estão divididos entre os que defendem a anexação como Estado, como o PNP, e os que defendem o atual estatuto político ou a independência.
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