"O meu filho foi expulso e nós rotulados como pais discriminatórios"

  • 25/01/2026

João Menezes partilhou recentemente um desabafo nas redes sociais onde dizia que o filho "foi expulso da creche por sua culpa. "Tudo começou quando comecei a questionar a direção da escola sobre algumas questões do dia a dia da instituição, algo que não caiu nada bem à direção."

 

Na mesma partilha, João Menezes explicou que por estar farto de certos comportamentos acabou por "chamar de incompetente a direção da instituição", tendo justificado o motivo. 

Agora, o ex-concorrente do programa "Quem Quer Namorar com o Agricultor?" fez uma nova partilha no Facebook relativamente a esta questão. 

"Um simples desabafo online levantou um tremendo ruído nas últimas 24h. A bem da verdade, sinto-me impelido a vir esclarecer esta história, porque como se costuma dizer «o difícil não é provar uma verdade, é provar uma mentira». E muitas mentiras têm sido e continuam a ser proferidas", começou por dizer nesta nova publicação.

"Esta situação começou com um email enviado pela Soraia em nosso nome à direção da instituição a questionar que medidas estavam a ser tomadas para garantir o bem-estar dos nossos filhos, no geral, em seio da comunidade escolar, porque foram relatados episódios de instabilidade emocional aparentemente agressiva, da estagiária contratada ao abrigo do programa de estágio inserção reportados por outros pais de crianças desta escola", explicou. 

"Não pedimos nada de mais, nem uma reunião. A Soraia limitou-se a expor uma preocupação legitima, e estávamos a aguardar uma resposta igualmente por email, clara e sucinta, que esclarecesse a situação e tranquilizasse a questão", acrescentou. 

"Após uma troca de telefonemas, em tom austero somos convocados para uma reunião ainda essa tarde para resolver o sucedido. Aí fomos recebidos num ambiente bastante ríspido e hostil, tudo menos esclarecedor, onde fomos acusados logo no início de sermos pais preconceituosos e discriminatórios. Qualquer tentativa de nos fazermos ouvir e entender eram contrapostas com desprezo e opressão", disse. 

"Tentei argumentar na medida do possível contra acusações infundadas e injustas, coisa que deixou a outra parte indignada e agitada. Ao perder a sua retórica chegou a afirmar veementemente «cale-se! A sua opinião não conta para nada». Por fim fez-nos um pedido direto e bastante agressivo «por favor tirem o vosso filho desta instituição»", relatou. 

"Foi aí que senti que isto nunca poderia ficar por aqui. Quem cala consente, e eu não poderia ficar calado perante tal injustiça, pondo em causa o meu filho. O email que a Soraia enviou em nome pessoal foi tornado público pela direção da instituição aos familiares da estagiária, com consequências graves, tendo sido ameaçada fisicamente, pondo em causa a sua condição de grávida, levando a um escalar tremendo de toda esta situação criada por um simples email à direção da creche do nosso filho", continuou. 

"Entretanto, foi marcada segunda reunião. Desta vez com outros pais, alguns deles visados em episódios com a estagiária de tentativas de agressão desta, dentro e fora do meio escolar da instituição. Nessa reunião, uma das exigências feitas pela direção foi que assinássemos um documento como se fôssemos nós a solicitar o término do referido estágio. Recusámo-nos todos, obvia e veementemente, a fazê-lo. Porque nunca foi essa a nossa intenção, nem corresponde à verdade", partilhou ainda. 

"Foi também nessa reunião que utilizei a palavra «incompetente» para me referir à atuação da direção da instituição. Fi-lo num momento de tensão e frustração, argumentando de imediato pelo facto de não terem sido capazes de lidar com esta situação desde o início. Ainda assim, pedi desculpa pouco depois pelas palavras proferidas, que não tinham um tom pessoal, e mesmo no final de todo aquele encontro nunca imaginado, dirigi-me à pessoa em questão e perguntei como me poderia retratar por aquelas palavras", esclareceu também. 

"Esta estagiária, tal como muitas outras, enquanto pessoa imputável, necessita, merece e tem todo o direito de ser bem recebida e enquadrada também no meio laboral, mas para isso precisa de gente competente à frente das instituições. É só essa a grande diferença. Nunca foi pedido o termino do estágio, apenas uma integração da estagiária segura para todos", fez saber. 

"No mesmo dia deixei duas reclamações pelos canais oficiais e legais, devidamente fundamentadas: uma reclamação por tentativa de despedimento indevido invocando factos falsos e maliciosos; e uma outra relativa à proteção de dados (ou falta dela). Após alguns dias, para meu espanto e total incredulidade, fui notificado por carta de escritório de advogados a indicar que a direção da escola tinha deliberado que eu estava proibido de entrar na instituição por colocar em causa o bem-estar das diretoras da instituição", revelou. 

"Como cidadão que sou, voltei a reclamar pelos canais oficiais. Impedido de ir à escola do meu filho, com todo o transtorno e impacto que isto tem na nossa pequena e jovem família, sem suporte familiar na terra que fizemos nossa, fui informado pela Segurança Social que face aos factos apurados esta decisão colocava em causa o bem-estar do nosso Manuel e não acautelava o seu superior interesse, não estando sequer prevista no regulamento interno", partilhou. 

"Com o meu filho a ficar notoriamente ansioso por cada vez que era deixado na escola, a chorar cada vez mais em que lá era deixado, hesitei, mas consciente fui buscá-lo para vir para casa muito mais cedo do que a mãe poderia proporcionar naquele dia. Sentia que estava como que a cometer um delito quando era algo tão básico e necessário como ir buscar o nosso filho à escola", confessou. 

"Por último, recentemente recebi uma comunicação do mesmo escritório de advogados a comunicar a rescisão unilateral do contrato com efeitos naquele mesmo dia, e que se deixássemos o nosso filho no dia seguinte na instituição iria solicitar a intervenção da CPCJ alegando abandono de menor. Resumindo, o meu filho foi expulso da creche e nós rotulados como pais discriminatórios, com uma punição exemplar", pode ainda ler-se na publicação. 

"Pelo meu filho, não me posso calar. O difícil não é provar uma verdade, é provar uma mentira. E esta é a minha verdade", rematou. 

De recordar que João Menezes, um dos participantes da primeira temporada de "Quem quer namorar com o agricultor?", da SIC, encontrou o amor no programa, a concorrente Soraia Sousa, e os dois deram as boas-vindas a Manuel em 2024. 

Leia Também: "O meu filho foi expulso da creche por minha culpa. Questionei a direção"

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com/fama/2925894/o-meu-filho-foi-expulso-e-nos-rotulados-como-pais-discriminatorios#utm_source=rss-ultima-hora&utm_medium=rss&utm_campaign=rssfeed


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