"O meu filho foi expulso da creche por minha culpa. Questionei a direção"
- 23/01/2026
Quem não se lembra de João Menezes, um dos participantes da primeira temporada do programa da SIC, "Quem quer namorar com o agricultor?" O concorrente encontrou o amor com Soraia Sousa, que conheceu no formato da SIC e os dois deram as boas-vindas a Manuel que nasceu em 2024.
O agricultor, que mora em Montemor-o-Novo, Évora, fez agora um desabafo nas redes sociais sobre a creche que o filho frequentava, garantindo que a criança foi "expulsa" por sua causa.
"Há momentos na vida que temos de falar e expor as injustiças e maldades que nos rodeiam, e que muitos presenciam e vivenciam silenciosamente. Ser pai mudou a minha perspectiva sobre algumas questões da vida, mas não mudou a minha indignação perante situações e pessoas que não merecem a consideração de ninguém", começa por explicar o agricultor.
"Falo-vos de um caso em concreto: o meu filho foi expulso da creche por minha culpa. Sim, foi expulso. E tudo começou quando comecei a questionar a direção da escola sobre algumas questões do dia a dia da instituição, algo que não caiu nada bem à direção. Talvez porque nunca ninguém tiveram a coragem de o fazer ou porque não tinham voz para falar. Ou até porque não convinha falar", revelou ainda João Menezes.
O ex-participante do programa da SIC explicou ainda que por não ter uma rede familiar próxima que o ajude com o menino, tal como muitas outros pais, acabam por ter que confiar nas pessoas que trabalham nestas instituições.
"Somos obrigados a confiar cegamente nas pessoas que lá trabalham, desde as assistentes operacionais, as auxiliares e as educadoras, passando inevitavelmente pela direção da escola. Aí entra a diferença entre as boas e as más pessoas. Quando pessoas com mau ímpeto estão à frente destas instituições, sentem um poder tremendo por nos «terem na mão», por sentirem que precisamos desesperadamente deste serviço, e usam e abusam desse pseudo-poder a seu belo prazer, a manipular e mal tratar os pais, que sempre sucumbem a estas intimidações, por necessidade e desespero", denuncia o agricultor.
No fim da partilha, João Menezes explica que por estar farto de certos comportamentos acabou por "chamar de incompetente a direção da instituição", tendo justificado o motivo. O empresário deixou agora a decisão entregue "às autoridades competentes" já que recorreu a vários meios legais.
Neste momento o menino já está noutra instituição "com pessoas de bem" e que tratam da melhor forma as crianças.
"À instituição de onde o meu filho foi expulso apenas desejo o melhor, porque têm a obrigação de fazer cumprir a missão que lhes foi incumbida: cuidar dos nossos pequenos filhos", concluiu, por fim, João Menezes.














