Ministro diz que irá demorar "várias semanas" reparação de troço da A1

  • 12/02/2026

Durante uma visita ao local, Pinto Luz sublinhou aos jornalistas "a velocidade e a violência das águas", que descreveu como "uma situação absolutamente anormal".

 

A rutura na infraestrutura foi motivada pelo rebentamento do dique e subsequente escavação do aterro junto ao encontro norte do viaduto C do Mondego, devido a um débito excecional de mais de 2.100 metros cúbicos de água por segundo, explicou a BCR - Brisa Concessão Rodoviária.

"Temos hoje 15 camiões com enrocamento para reforçar a quebra que surgiu. Amanhã de manhã, mais camiões vêm reforçar com enrocamento", disse Pinto Luz, citado pela emissora RTP Notícias.

O recurso a enrocamento, blocos de rocha compactados, "é a única coisa que nós podemos fazer enquanto as águas não descerem", admitiu o ministro.

Pinto Luz disse também que a fissura, no sentido norte-sul, "pode alastrar" para o outro sentido.

O dirigente acrescentou que, "enquanto as águas não descerem não se pode fazer a intervenção de fundo".

"Serão seguramente semanas para conseguirmos que esta infraestrutura volte a estar ao serviços dos portugueses", disse Pinto Luz.

"O compromisso do Governo é de absoluto comprometimento com esta solução. Estamos com todos os meios mobilizados e não sairemos daqui enquanto não conseguimos com todas as equipas colocar outra vez a A1 em funcionamento", garantiu o ministro.

A Brisa sugeriu hoje aos automobilistas a utilização de alternativas à interrupção da autoestrada no sentido Norte-Sul junto ao nó de Coimbra Sul, ao quilómetro 191, através do corredor A8/A17/A25 ou o IC2.

Num comunicado enviado hoje às redações, a concessionária admitiu que, "não sendo possível, neste momento, estimar o prazo de conclusão das obras de reparação", está empenhada em "minimizar transtornos" e que "poderão ser usadas como vias alternativas o corredor A8/A17/A25 ou o IC2".

Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A décima sexta vítima é um homem de 72 anos que caiu no dia 28 de janeiro quando ia reparar o telhado da casa de uma familiar, no concelho de Pombal, e que morreu na terça-feira, nos Hospitais da Universidade de Coimbra.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

Leia Também: Linha do Oeste vai demorar "no mínimo nove meses" a ficar operacional

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com/economia/2937994/ministro-diz-que-ira-demorar-varias-semanas-reparacao-de-troco-da-a1#utm_source=rss-ultima-hora&utm_medium=rss&utm_campaign=rssfeed


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