Linhas do Norte, Cascais e Douro continuam com constrangimentos
- 09/02/2026
De acordo com a atualização das 20:00 de hoje da CP, os serviços de longo curso na Linha do Norte decorrem de forma parcial e os serviços regionais realizam-se entre Entroncamento e Soure e entre Tomar e Lisboa.
Na Linha de Cascais os comboios circulam com alterações nos horários, enquanto na Linha da Beira Alta o serviço Intercidades entre Coimbra e Guarda realiza-se com recurso a material circulante diferente do habitual.
Já na Linha do Douro, a circulação continua suspensa entre Régua e Pocinho.
Mantém-se a circulação suspensa na Linha do Oeste e nos Urbanos de Coimbra.
A CP divulgou ainda que a circulação do Comboio Internacional Celta não se realizou devido a greve no setor ferroviário espanhol.
"Pedimos desculpa pelos incómodos causados. Atualizaremos a informação sempre que possível", indicou ainda a empresa.
Numa atualização às 18:00, com o ponto de situação na rede ferroviária nacional, a IP - Infraestruturas de Portugal referiu "novos condicionamentos", relacionados com circulação suspensa na Linha de Sintra, "na via descendente externa entre Cacém e Monte Abraão", na Linha de Vendas Novas, "entre Vidigal e Vendas Novas (sem comboios previstos neste troço)" e na Linha de Sines, "entre Ermida Sado e porto de Sines".
Além destes novos condicionamentos, a IP indicou que se mantém a circulação suspensa na Linha do Norte, entre Alfarelos e Formoselha, na Linha do Douro, entre a Régua e o Pocinho, na Linha do Oeste, entre Mafra e Amieira, e na Linha de Cascais, na via ascendente entre Algés e Caxias.
A circulação encontra-se suspensa também na Linha do Sul, entre Monte Novo e Alcácer do Sal, e na "concordância de Xabregas", entre Santa Apolónia (Lisboa) e a bifurcação de Chelas.
Quinze pessoas morreram em Portugal desde 28 de janeiro na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
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