Jovem espancado em França por alegado grupo de extrema-esquerda morreu
- 14/02/2026
O jovem, de 23 anos, estava em morte cerebral desde quinta-feira à noite, depois de ter sido agredido enquanto decorria uma conferência proferida pela eurodeputada Rima Hassan, do partido LFI (esquerda radical), na universidade Sciences Po Lyon.
Os 'media' franceses escreveram que os autores do espancamento seriam militantes de extrema-esquerda Antifa e a procuradoria de Lyon abriu uma investigação por "violência agravada".
Embora as circunstâncias do incidente e a identidade dos agressores não tenham sido ainda determinadas pelo Ministério Público, a AFP cita uma fonte da investigação, segundo a qual houve "confrontos e uma rixa entre militantes de extrema-direita e de extrema-esquerda".
De acordo com a agência noticiosa, os funcionários de um serviço de segurança terão sido "perseguidos por um grupo de cerca de trinta antifascistas" e que o estudante terá sido "atacado com extrema violência".
O advogado da família afirmou que o estudante não era "nem agente de segurança, nem membro de qualquer serviço de segurança", e a família considera que se tratou de um crime, mas apelou "à calma e à moderação".
Também o Presidente francês, Emmanuel Macron, apelou à calma, escrevendo, na rede social X, que o estudante "foi vítima de uma onda de violência sem precedentes".
"Nenhuma causa, nenhuma ideologia jamais justifica um homicídio", frisou.
O caso suscitou ainda outras reações políticas, nomeadamente do presidente do partido de direita LR (Les Républicains), Bruno Retailleau, apontando culpas à extrema-esquerda, enquanto o partido LFI de Rima Hassan se defendeu de qualquer implicação.














