Já viu o que aconteceu aos preços dos combustíveis? Eis os novos valores
- 17/02/2026
Os preços dos combustíveis começaram a semana com comportamentos diferentes, de acordo com os preços médios atualizados, esta terça-feira, pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), no site Preços dos Combustíveis Online.
O preço da gasolina simples 95 passou de 1,674 euros por litro para 1,684 euros por litro, ao passo que o gasóleo simples passou de 1,584 euros por litro para 1,582 euros por litro, entre sexta-feira e segunda-feira, segundo os valores disponibilizados pela DGEG.
Contas feitas, a gasolina encareceu um cêntimo, ao passo que o preço do gasóleo praticamente se manteve.
Os preços médios diários, refira-se, "são apurados com base nos preços comunicados pelos postos de combustível, ponderados com as quantidades vendidas do último período conhecido, incorporando os descontos praticados nos postos de abastecimento como cartões frota e outros".
O que indicavam as previsões?
Para esta semana, recorde-se, estava prevista uma manutenção do preço do gasóleo e um aumento do preço da gasolina, de acordo com as estimativas divulgadas, na sexta-feira, pelo Automóvel Club de Portugal (ACP).
No caso da gasolina, as expectativas apontavam para uma subida de um cêntimo.
Como está o petróleo nos mercados internacionais?
A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em abril terminou, na sexta-feira, no mercado de futuros de Londres em alta de 0,34%, para os 67,75 dólares, após relatos de uma possível desaceleração da inflação nos Estados Unidos.
O crude do Mar do Norte, de referência na Europa, fechou a sessão no Intercontinental Exchange a cotar 23 cêntimos acima dos 67,52 dólares com que encerrou as transações na quinta-feira.
O Brent reagiu com uma ligeira subida após os dados mais recentes sobre o consumo nos EUA terem sugerido uma desaceleração da inflação no país.
O preço do crude caiu 2,70% na quinta-feira, impulsionado principalmente pela previsão da Agência Internacional de Energia (AIE) para a procura global de petróleo em 2026, que indicou um aumento de cerca de 850.000 barris por dia, graças às economias fora da OCDE, particularmente a China.
Os investidores parecem ter abandonado a tendência de alta que prevaleceu nas últimas semanas, principalmente devido às tensões geopolíticas entre os Estados Unidos e o Irão e aos receios de possíveis interrupções no fornecimento por parte da República Islâmica, para se concentrarem nas expectativas do mercado.
Os analistas temem que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e os seus aliados (OPEP+) decidam aumentar a produção a partir de abril, o que poderá ter impacto na procura de combustíveis no início do verão.
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