Já sabemos que galochas, não! O que vestir e evitar nas zonas de cheias?
- 06/02/2026
Numa altura em que o país atravessa uma situação complicada devido às cheias e inundações, nomeadamente em zonas ribeirinhas, é importante saber o que usar e evitar vestir para que consiga ser mais prático em caso de emergência.
A Embaixada do Japão em Portugal já tinha alertado para as galochas e botas da chuva que não são o melhor tipo de calçado para usar em zonas de cheias e inundações. Aconselha ainda o uso de um “terceiro pé”, como pau, cabo de vassoura ou ponta do guarda-chuva, para conseguir perceber o estado do chão que está a pisar. Conselhos para levar em conta, não fosse o Japão um território habituado a intempéries. Mas, além de evitar galochas, podemos fazer mais, como explicamos abaixo.
O que usar e evitar em zonas de cheias e inundações?
De forma a conseguir sair de áreas afetadas sem grande problema, existem outras peças de roupa que deve ter em conta e que vão fazer a diferença no caso de ser necessário alguma emergência.
O The Korea Times partilhou uns cartazes distribuídos pelo canal de televisão japonês NHK em que são dadas algumas dicas importantes em caso de ser necessário sair rapidamente de uma zona de cheia.
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A questão das botas e galochas está também mencionada, tal como referiu a Embaixada do Japão em Portugal. Neste caso, se as botas ficarem cheias de água, o que pode acontecer numa zona assim, acaba por ser mais complicada a locomoção. O ideal são ténis bem apertados.
Por outro lado, a recomendação passa também por usar calças e peças de manga comprida para evitar algum tipo de ferimento. O uso de um capacete, como o da bicicleta, ou um chapéu que proteja a cabeça pode ser igualmente vantajoso.
Evite ainda andar com malas e coloque o máximo que conseguir em mochilas. Desta forma irá conseguir manter as mãos livres. O ideal é usar ainda capas de chuva ou casacos mais leves para se proteger.
O guarda-chuva pode ser útil, mas não para se proteger da chuva. Neste caso, poderá ser usado para funcionar como o tal “terceiro pé” como foi referido também pela Embaixada do Japão em Portugal. Aqui o objetivo é conseguir prever onde irá colocar os pés em seguida e evitar zonas mais profundas.














