Houve 18.762 ocorrências desde 1 de fevereiro. Queda de árvores no topo
- 14/02/2026
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) registou um total de 18.762 ocorrências relacionadas com o mau tempo que tem vindo a assolar Portugal continental, desde as 16h00 do dia 1 de fevereiro até às 18h00 do dia 14 de fevereiro. A maioria prendeu-se com a queda de árvores.
“Entre as 00h00 e as 18h00 de hoje, 14 de fevereiro, registaram-se 377 ocorrências relacionadas com a situação meteorológica adversa que está a afetar o território de Portugal continental”, detalhou ainda o ponto de situação divulgado pela Proteção Civil.
O organismo deu também conta de que “as sub-regiões mais afetadas foram a Sub Região Coimbra (2.600 ocorrências), Sub Região Oeste (2.277 ocorrências) e Sub Região Grande Lisboa (1.840 ocorrências)”.
A maioria das ocorrências deveu-se à queda de árvores (5.574), seguindo inundações (5.153), queda de estruturas (3.024), movimentos de massa (2.914), limpeza de vias (1.852), salvamentos aquáticos (162) e, por fim, salvamentos terrestres (83).
Estiveram empenhados 63.685 operacionais, apoiados por 26.087 meios, na resposta às ocorrências.
Recorde-se que 16 pessoas morreram na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também várias centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas, razão pela qual o Governo prolongou a situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.














