Guardas prisionais ameaçam greve entre 3 e 31 de março
- 19/02/2026
O presidente do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP), Frederico Morais, explicou à agência Lusa que "se não houver regulamentação, o novo regime de pagamento do trabalho suplementar na totalidade não pode ser efetuado".
O pré-aviso de greve abrange os serviços de diligências com reclusos realizados pelo GISP, que apesar de estar sediado em Lisboa e no Porto executa estes serviços em todo o país, incluindo extradições.
O dirigente adiantou que o sindicato reuniu no passado dia 14 de dezembro com a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) para exigir a regulamentação, mas apesar do compromisso da DGRSP de despachar o assunto num prazo de dois meses, até hoje não houve uma proposta.
Frederico Morais disse ainda à Lusa que o regulamento do horário de trabalho está para aprovação desde 2018.
Fonte oficial da Direção-Geral dos Serviços Prisionais contactada pela agência Lusa sobre este assunto, respondeu que na sexta-feira será enviada aos sindicatos e à tutela "o documento relativo à regulamentação do horário de trabalho do GISP.
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