Cotrim Figueiredo percorre 10 dos 18 distritos de Portugal Continental
- 02/01/2026
Segundo o roteiro de campanha provisório, a que a Lusa teve hoje acesso, o eurodeputado liberal vai passar pelos distritos de Aveiro, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Leiria, Lisboa, Santarém, Setúbal, Porto e Viseu.
Com duas a três ações por dia, o ex-presidente da IL vai tentar conquistar votos essencialmente em visitas a feiras, mercados, fábricas e academias culturais e desportivas.
No domingo, dia em que arranca oficialmente a campanha para a corrida a Belém, Cotrim Figueiredo vai dedicar o dia a Lisboa marcando presença, de manhã, na Corrida das Docas em Belém.
Nos três dias seguintes, o candidato divide-se por Leiria, Lisboa e Santarém seguindo, depois, para a região Norte, nomeadamente para os distritos de Aveiro e Porto.
No final da primeira semana, Cotrim de Figueiredo vai passar por Lisboa, Setúbal e Covilhã, enquanto a segunda e última semana começa por Castelo Branco e continua, depois, por Coimbra, Leiria, Viseu e Porto.
O último dia e encerramento da campanha será em Braga onde, nas últimas legislativas, os liberais elegeram como deputado o ex-presidente da IL Rui Rocha.
Antes, no período da pré-campanha, o candidato presidencial foi aos restantes oito distritos de Portugal Continental e às regiões autónomas dos Açores e da Madeira.
Nesta campanha eleitoral, Cotrim Figueiredo prevê gastar 500 mil euros, sendo que, destes, 170 mil euros são para cartazes e telas.
O candidato conta receber 350 mil euros de subvenção estatal e 125 mil euros de donativos, a que se juntam 25 mil euros em angariação de fundos.
As eleições presidenciais, a que concorrem 11 candidatos, estão marcadas para 18 de janeiro de 2026.
Os candidatos são Gouveia e Melo, Luís Marques Mendes (apoiado pelo PSD e CDS), António Filipe (apoiado pelo PCP), Catarina Martins (apoiada pelo Bloco de Esquerda), António José Seguro (apoiado pelo PS), o pintor Humberto Correia, o sindicalista André Pestana, Jorge Pinto (apoiado pelo Livre), Cotrim Figueiredo (apoiado pela Iniciativa Liberal), André Ventura (apoiado pelo Chega) e o músico Manuel João Vieira.
Esta é a 11.ª eleição, em democracia, desde 1976, para o Presidente da República.
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