Cotrim avisa que "campanha feita de insinuações e ruído" não funcionará
- 15/01/2026
Num jantar comício em Matosinhos, a que chegou acompanhado pela presidente da Iniciativa Liberal (IL), Mariana Leitão, Cotrim Figueiredo, num discurso de cerca de 17 minutos, começou por dizer que há por aí quem ache que o consegue parar, mas quem acha isso está bem enganado.
Quanto mais subia nas sondagens "mais numerosos, insidiosos e torpes se tornaram os ataques", disse o candidato, apoiado pela IL, perante uma sala de cerca de 500 pessoas.
"Por isso eu digo com emoção, mas serenidade e sem rodeios, olhando-vos nos olhos: a campanha suja, feita de insinuações e ruído, que questiona sem verificar e acusa sem provar, não funciona e não vai funcionar", frisou.
O antigo líder da IL garantiu que a essa campanha suja não vai responder nem com medo, nem com vitimização.
"Aqui estou, imparável, cabeça erguida, peito aberto, com coragem e pronto. Pronto para nos levar à segunda volta, pronto para fazer história", atirou.
Nos últimos dias, Cotrim Figueiredo viu-se confrontado com uma denúncia de assédio sexual por parte de uma ex-assessora parlamentar da IL.
Negando as acusações e revelando que vai avançar com uma queixa-crime por difamação, o candidato presidencial acusou ainda a comunicação social de ser "culpada e cúmplice" pelo destaque dado ao tema.
"Por isso, apelo aqui aos portugueses para não se deixarem distrair, para não se deixarem enganar como estão muito enganados aqueles que acham que me vão conseguir desmobilizar, ou pior ainda, destruir", salientou.
E repetiu por duas vezes: "Bem podem tentar, não vão conseguir".
Cotrim Figueiredo reiterou que não vão conseguir destruí-lo porque já toda a gente percebeu que a sua candidatura incomodou muita gente.
"O sucesso e o crescimento da nossa campanha assustaram muitos interesses", insistiu.
Reafirmando estar "de pé e pronto para a luta", Cotrim Figueiredo salientou que se candidata porque acredita num Portugal livre, confiante e exigente.
"Eu candidato-me porque recuso aceitar que Portugal se resigne, que fique pequeno e prisioneiro do medo ou da mediocridade", salientou.
Além disso, Cotrim Figueiredo reforçou que se candidata porque vê um país "cansado de promessas ocas e de jogos de poder sem valor" e um país de líderes que administram o declínio em vez de ousarem mudar o rumo.
"Eu não me candidato por ambição pessoal", concluiu.
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