Cerca de 250 voluntários limparam espaços públicos em Castelo Branco
- 01/02/2026
"A iniciativa centrou-se, essencialmente, em trabalhos de limpeza urbana e remoção de árvores, ramos e outros detritos, incluindo o corte de árvores, o levantamento de árvores caÃdas e a limpeza geral das zonas intervencionadas", explicou, em comunicado enviado hoje à agência, o municÃpio de Castelo Branco.
Os trabalhos desenvolveram-se no sábado, sobretudo, em dois pontos estratégicos: Parque Urbano da Cruz do Montalvão e Parque da Cidade.
Para o depósito dos resÃduos recolhidos, estiveram disponÃveis locais de descarga situados no Parque Urbano da Quinta do Jardim, um terreno localizado entre a EN233 e a EN18 e um terreno situado na Zona Industrial de Castelo Branco.
"Esta ação teve como objetivo apoiar a recuperação da cidade e a reposição da normalidade nos espaços públicos afetados", lê-se na nota.
A iniciativa reuniu cerca de 250 pessoas que contaram com o apoio das equipas da Divisão de Ambiente do MunicÃpio, de elementos do Serviço Municipal de Proteção Civil, de técnicas da Ação Social, bem como de vários escuteiros.
"O municÃpio albicastrense agradece a colaboração, disponibilidade e empenho de todos os que se associaram a esta ação, demonstrando, mais uma vez, o forte espÃrito comunitário que caracteriza a nossa cidade".
A passagem da depressão Kristin por Portugal continental, na quarta-feira, causou pelo menos cinco mortos, segundo a Proteção Civil, vários feridos e desalojados. A Câmara da Marinha Grande contabiliza ainda uma outra vÃtima mortal no concelho. No sábado, outros dois homens morreram ao caÃrem de um telhado que estavam a reparar, um no concelho da Batalha e outro em Alcobaça. Na madrugada de domingo, um homem morreu no concelho de Leiria por intoxicação com monóxido de carbono com origem num gerador.
 Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.
 Leiria, por onde a depressão entrou no território, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos.
O Governo decretou situação de calamidade, que foi prolongada este domingo, após uma reunião do Conselho de Ministros, até dia 08 de fevereiro.
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