Câmara de Aveiro cria gabinete para ajudar a reportar danos do mau tempo
- 06/02/2026
Segundo uma nota camarária, o objetivo do município com a criação deste Gabinete é "fazer o acompanhamento e apoio a todos os que tiveram prejuízos e apoiar na preparação e submissão de candidaturas aos apoios já anunciados pelo Governo".
"Este Gabinete trabalhará em articulação com as Juntas de Freguesia e os serviços municipais, permitindo também um atendimento presencial", refere a mesma nota.
O município de Aveiro é um dos 68 concelhos abrangidos pela situação de calamidade decretada pelo Governo, que irão beneficiar de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
A situação mais grave no concelho ocorreu na quinta-feira, quando o vento forte provocou quedas de árvores e destelhou entre 15 a 20 casas, a maioria das quais de primeira habitação, na freguesia de Oliveirinha.
Além dos danos materiais, não houve feridos e, segundo o vice-presidente da autarquia, não houve necessidade de realojar ninguém, até ao momento.
Treze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos, que irão beneficiar de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
A situação de calamidade em Portugal continental foi inicialmente decretada entre 28 de janeiro e 01 de fevereiro para cerca de 60 municípios, tendo depois sido estendida até ao dia 08 para 68 concelhos, voltando a ser prolongada até 15 de fevereiro.
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