ANA alcança receitas recorde de 1.400 milhões nos aeroportos
- 06/02/2026
Os aeroportos nacionais movimentaram 72,5 milhões de passageiros ao longo do ano passado, uma subida de cerca de 4,7% face a 2024, com o aeroporto de Lisboa a concentrar mais de metade do total, detalhou hoje o grupo francês na apresentação anual de resultados.
A ANA integra o grupo francês Vinci desde 2013, na sequência da adjudicação da concessão dos aeroportos nacionais, e gere dez infraestruturas em Portugal continental e nas regiões autónomas, incluindo Lisboa, Porto, Faro, Madeira e Açores.
O crescimento da atividade refletiu-se nas principais linhas de negócio, com aumento das receitas associadas às taxas aeroportuárias e à operação de assistência em escala ('handling') - assegurada pela Portway -, bem como das atividades comerciais e de serviços.
Juntando os restantes negócios da Vinci em Portugal --- incluindo concessões rodoviárias, como a Lusoponte (gerida através da Vinci Autoroutes), e a Vinci Energies --- o grupo arrecadou cerca de 1,9 mil milhões de euros no país em 2025.
Segundo a informação divulgada, o desempenho foi também sustentado pela evolução positiva da procura internacional e pela recuperação de rotas e frequências, mantendo os aeroportos portugueses entre os mais dinâmicos da rede da Vinci Airports.
No ano passado, a ANA registou um EBITDA (Lucros Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) de 951 milhões de euros, um aumento superior a 9% face aos 879 milhões de 2024. A margem EBITDA alcançou 68%, refletindo a rentabilidade das operações.
A nível global, o grupo Vinci registou em 2025 receitas de 74,6 mil milhões de euros, um crescimento de 4,2% face a 2024, e um resultado líquido de 4,9 mil milhões de euros, com um ligeiro aumento de cerca de 0,8% em relação ao ano anterior.
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