Almirante diz que a sua candidatura consegue unir todos os portugueses
- 14/01/2026
"Estamos todos aqui unidos nisso, porque somos todos portugueses. Não somos portugueses da cor-de-rosa, não somos portugueses da cor de laranja, ou da cor azul, somos só portugueses", sublinhou, na intervenção de encerramento do maior jantar comício realizado durante a campanha, em Oeiras.
Num jantar comício que reuniu cerca de mil pessoas no pavilhão do Parque Desportivo Carlos Queiroz, em Oeiras, o candidato disse que muitas das pessoas que compareceram "são do PS, são do PSD, alguns do Chega", e um pelo menos, "do Partido Comunista, e do CDS, e AD, e IL, estão cá todos".
Durante o seu discurso, o ex-chefe do Estado-Maior da Armada autointitulou-se como "um social-democrata daquela social-democracia que desenvolveu o Norte da Europa após a Segunda Guerra Mundial".
"Nessa social-democracia cabem muitas das famílias políticas portuguesas. Porque essa sociedade é uma sociedade que liberalizou o necessário e o suficiente de uma economia para essa economia ser pujante e forte", referiu.
Durante o seu discurso, o candidato reiterou ainda que as sondagens, que têm tido "resultados completamente diferentes", estão a provocar uma "dinâmica inacreditável" nos candidatos e nos partidos.
"Vota aqui, vota ali. Isto é cinismo puro, isto não é verdade", sublinhou, apelando aos portugueses para quando votarem no dia 18 não pensem no voto útil, mas sim na utilidade do seu voto.
Considerando que a pessoa que vai ocupar o cargo de Presidente da República importa, o candidato considerou que o futuro chefe de Estado "não pode ser um indivíduo que faça poses", pois esta eleição não é "um concurso de misses", concluiu.
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