Aguiar-Branco assegura que AR "está atenta" e vai "ajudar país"
- 12/02/2026
Numa declaração no início dos trabalhos na sessão plenária desta tarde, no parlamento, José Pedro Aguiar-Branco manifestou a "consternação da Assembleia da República pela situação que se tem vivido nos últimos dias no país" e enviou "uma palavra de sentidas condolências e solidariedade a todas as famílias e amigos das vítimas mortais".
"Quero também transmitir uma palavra de proximidade a todas as pessoas afetadas e a todos os que estão no terreno a proteger os cidadãos, as propriedades e o território", acrescentou, assegurando que "o parlamento está atento" e tudo fará "para ajudar o país a resistir e a reerguer-se".
Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A décima sexta vítima é um homem de 72 anos que caiu no dia 28 de janeiro quando ia reparar o telhado da casa de uma familiar, no concelho de Pombal, e que morreu a 10 de fevereiro, nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC).
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
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