Afinal, trabalhadores em Coimbra foram resgatados pelos fuzileiros
- 11/02/2026
Fonte da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) esclareceu que os trabalhadores (funcionários de uma empresa hortofrutícola, localizada nas imediações da margem do rio colapsada), foram resgatados da área inundada com o auxílio de um bote dos fuzileiros.
Já fonte oficial da Força Aérea Portuguesa indicou que o helicóptero EH 101 Merlin, que foi acionado para o resgate pela ANEPC, chegou a levantar voo do Montijo, mas foi desmobilizado e regressou à base aérea.
Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A décima sexta vítima é um homem de 72 anos que caiu no dia 28 de janeiro quando ia reparar o telhado da casa de uma familiar, no concelho de Pombal, e que morreu a 10 de fevereiro, nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC).
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo prolongou a situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.














